sábado, 14 de dezembro de 2013
Altar Feat. Natalia Damini - It's Over (Original Edit Mix) Radio Gay E-B...
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domingo, 29 de setembro de 2013
GAYS SEJAM PRECAVIDOS MANTENHAM A DISCIPLINA E SIGAM AS ORIENTAÇÕES PARA UMA VIDA MELHOR
ORIENTAÇÕES
Gay inteligente não dorme com o inimigo
Manual de sobrevivência homossexual - Dicas para evitar a violência anti-gay
Manual de sobrevivência homossexual - Dicas para evitar a violência anti-gay
- Evite levar desconhecidos ou
garotos de programa para casa. Prefira fazer programas em hotéis, motéis e
saunas;
- Investigue a vida da pessoa
com quem pretende sair. Prefira pessoas indicadas por amigos;
- Só faça programas com elas
depois de ter certeza que são de confiança;
- Nunca beba líquidos
oferecidos pelo parceiro eventual. A bebida pode conter soníferos;
- Famoso "Boa Noite Cinderela".
Em um bar, boate... Se você precisar ir ao banheiro, etc.. leve o copo
consigo, ou, invente uma desculpa e jogue o liquido fora;
- Se levar alguém para casa,
não o esconda do porteiro, ou de vizinhos. Eles podem ajudá-lo na hora do
perigo. É sempre bom ter uma boa relação com esse pessoal. Na hora do
babado, eles sempre são solidários;
- Se for possível, não esconda
que é gay. Isso evita chantagem e extorsão;
- Não se sinta inferior. Não
se mostre indefeso, evite demonstrar passividade, medo, submissão. Não
cultive o tipo machão, ou pelo menos não mostre que o valoriza tanto;
- Evite fazer programa com
mais de um michê. Antes da transa, acerte todos os detalhes : preço,
duração, preferências eróticas ( se ele aceita, por exemplo, ser passivo);
- Não humilhe o parceiro. Não
exiba jóias, riqueza ou símbolos de superioridade que despertem cobiça. O
garoto de programa quase sempre é de classe inferior à sua;
- Se o encontro for na sua
casa, tranque a porta e esconda a chave. Não deixe armas, facas e objetos
perigosos à vista, você é dono da casa e deve dominar a situação;
- Quando for agredido, procure a polícia, peça exame de corpo delito e denuncie o caso aos grupos de ativistas homossexuais. Lembre-se que as Delegacias de Polícia são públicas. Se for mal tratado pelo oficial, chame o Delegado Titular, se ele não estiver chame o plantonista. Se mesmo assim, for mal atendido, entre com uma ação contra a delegacia. Não tenha medo!
- Não faça sexo em vias público leve seu parceiro ao motel, evite oferecer a policia motivos que possa lhe incriminar.
Blog: homo fora fobia
HTTP://fransouzadovale.blogspot.com
Blog: Grupo gay da Bahia
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
ESSA MUSICA É O HINO APAIXONADO DOS GAYS
Amar Não É Pecado
Luan Santana
Luan Santana
Eu não sei de onde vem
Essa força que me leva pra você,
Eu só sei que faz bem,
Mas confesso que no fundo eu duvidei.
Tive medo, em segredo,
Guardei o sentimento e me sufoquei.
Mas agora é a hora,
Vou gritar pra todo mundo de uma vez...
Eu tô apaixonado,
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer.
Amar não é pecado
E se eu tiver errado,
Que se dane o mundo,
Eu só quero você.
A HISTORIA DE ANDREW EM SUA TRAJETÓRIA GAY
Aos olhos de seus pais, Jeff e Lori, foi tudo um pouco estranho.
Este era o rapaz que disse a eles ser gay aos 16 anos depois de ser confrontado com as contas altíssimas de salas de chat da Internet. Que lutou pelo direitos gays no Ensino Médio e escapou dos punhos dos jogadores de futebol americano quando os jogadores de hockey vieram em seu socorro. Que teve a coragem de vestir rosa e verde mesmo depois que seu carro foi pichado com “Vá para casa viado!“
Tudo que seus pais queriam era que Andrew fosse ele mesmo. Aos 29 anos, ele sentou com os pais na mesa da cozinha e disse-lhes que estava sentindo falta de companheirismo e fraternidade em sua vida. “Vou entrar para o Exército”, disse.
As novidades os surpreenderam. Por que Andrew entraria para a vida militar na qual ele seria forçado a negar uma parte de quem ele é? Ele era um amente de música clássica, compositor, ativista pela paz, um gênio na matemática. Ele estudava palíndromos, mapas, padrões, a Constituição dos EUA, física quântica.
Um soldado? Isso nunca passou pela cabeça dos pais “esquerdistas” de Andrew. No entanto, assim como haviam feito com todos os seus três filhos, eles o apoiaram. Não foi fácil. Tornou-se terrivelmente doloroso. Quando o filho deles acabou sendo enviado para o Afeganistão, em julho de 2010, Jeff acordava cedo todos os dias para procurar pela cidade de Kandahar no Google. Ele rastreava cada soldado que havia morrido naquela terra distante.
Então, em 27 de fevereiro de 2011, na mesma mesa de carvalho em que Andrew disse que estava se juntando ao Exército, os Wilfahrts souberam que seu filho mais velho havia morrido. ”Eu quero falar diretamente com alguém do pelotão dele!”, Jeff disse ao oficial e ao capelão sentados à frente dele. Ele queria saber com certeza que aquela não havia sido uma morte “por trás dos panos” de um rapaz gay.
O Cabo Andrew Charles Wilfahrt, 31 anos, parece ser o primeiro soldado gay norte-americano a morrer em combate desde que o Presidente Obama assinou a anulação da política “Não pergunte, não fale“, que forçava os gays no serviço militar a esconder esta parte de suas vidas sob pena de serem expulsos. Ele também estava entre os mais inteligentes dentre a força composta por meio milhão de homens, atingindo uma pontuação perfeita em seu teste de aptidão, uma façanha que o Exército afirma ser rara.
Andrew era tão bem quisto que seus companheiros nomearam um posto avançado de combate (COP) com o nome do colega de sorriso contagiante. COP Wilfahrt fica a seis quilômetros de Kandahar. Para seus colegas, o nome do posto não é de um soldado gay, mas sim de um que lutou com bravura.
“Mãe, todos sabem. Ninguém dá bola”, ele disse à sua mãe na última conversa que tiveram, num telefonema do Afeganistão no Dia de Ação de Graças. Numa biografia que deixou no laptop, Andrew descreve-se como alguém que “envolveu-se com o solipsismo casual”, a ideia de que, em última instância, uma pessoa só pode conhecer a si própria e nada mais. ”Embora próximo a meus pais pais e irmãos, eu geralmente prefiro a solidão e a introspecção, e tenho poucos amigos íntimos”, escreveu.
Andrew nunca negou sua homossexualidade. Mas como tantos, ele teve que lutar com a realidade de ser gay nos EUA. Ainda que fosse apenas uma parte dele. Ele era muito mais. Nos apontamentos em seu laptop, ele nunca usou as palavras gay ou homossexual para se autodefinir. Sua irmã mais nova, Martha, diz que isso era a questão menos interessante sobre ele. Mas com sua morte, seus pais tomaram parte na causa dos direitos gays. Andrew lutou por seu país num território estrangeiro. A luta de seus pais está sendo travada em sua terra natal, no estado de Minnesota. Para eles, diz respeito à defesa da Constituição – protegendo os direitos de todos os cidadãos.
FONTE:QUEER AND POLITCS E BULE VOADOR
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
MENSAGEM LGBT
Saber o que você prefere, ao invés de apenas dizer amém para o que o mundo te fala sobre o que você deve preferir, é manter a sua alma viva.
Se a homossexualidade é uma doença, então deveríamos avisar diariamente no trabalho: Oi. Não posso trabalhar hoje, ainda estou gay.
Ser gay não é uma condição escolhida. Aquilo que não é conseqüência de uma escolha, não pode ser considerado como mérito ou fracasso. Diante de uma situação que nos é imposta, torna-se tão natural nascer hétero ou homo.
Aos afro-descendentes foi feito um investimento para mudar a mobilidade social. Para os deficientes quebraram ruas, construíram acessos; se for ver, os gays pedem muito pouco, pedem a sua cidadania.
É fácil amar ao próximo quando ele não é divergente de você, o difícil é amar aquele que não nos agrada. Agora, imagine, se na bíblia, estivesse a palavra semelhante, ao invés de próximo, estaria consagrada a discriminação.
Quando eu estava no exército, me deram uma medalha por matar dois homens e me dispensaram por amar um.
Existe uma ilusão de que os homossexuais fazem sexo e os heterossexuais se apaixonam. É uma completa inverdade. Todo mundo quer ser amado.
Ser gay não é uma condição escolhida. Aquilo que não é conseqüência de uma escolha, não pode ser considerado como mérito ou fracasso. Diante de uma situação que nos é imposta, torna-se tão natural nascer hétero ou homo.
Aos afro-descendentes foi feito um investimento para mudar a mobilidade social. Para os deficientes quebraram ruas, construíram acessos; se for ver, os gays pedem muito pouco, pedem a sua cidadania.
É fácil amar ao próximo quando ele não é divergente de você, o difícil é amar aquele que não nos agrada. Agora, imagine, se na bíblia, estivesse a palavra semelhante, ao invés de próximo, estaria consagrada a discriminação.
Quando eu estava no exército, me deram uma medalha por matar dois homens e me dispensaram por amar um.
Existe uma ilusão de que os homossexuais fazem sexo e os heterossexuais se apaixonam. É uma completa inverdade. Todo mundo quer ser amado.
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